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Quem me conhece sabe que sou grande fã da série Rock Band, tenho mais de 200 músicas, todos os instrumentos (incluindo os pratos opcionais para a Bateria). Por isso mesmo estou muito empolgado para a mais recente adição a série que promete ter adições significativas.

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Hoje pela manhã fiquei pasmo com o tom das campanhas eleitorais dos principais candidatos a presidência da republica. Enquanto Serra gastou seu tempo para lembrar o ouvinte/eleitor que Dilma não é Lula ao mesmo tempo que tenta atrelar seu nome ao de Luís Inácio – Boa! A campanha de Dilma infelizmente é tão ruim tanto, ao menos ganha pontos por não mencionar seu adversário, mas perde pontos por fazer exatamente o que Serra acusa de fazer.

Carisma é outra coisa

O fato é que ambos programas tem a mesma cara, rádio vagabundo e barato onde ficamos com apresentadores chatos, no caso do PSDB é feito por homens rabugentos enquanto o PT aposta na alegria antipática de seus 4 (ou seriam 3? Talvez 2…) apresentadores que soam igual. O maior problema disso é que acabamos ouvindo pouco dos candidatos e até agora não ouvi nem uma proposta – okay, mentira, o Serra prometeu metro nas capitais para a copa e da Dilma prometeu andar para frente. Ninguém em ponto algum fala sobre como vão fazer isso.

Serra garante que tem a experiência necessária para governar a federação.

Dilma diz que vai continuar o que vem sendo feito e melhorar.

Não podemos questionar a ambição de nossos candidatos, porém no final das contas pouco se ouve na forma de propostas, não sabemos realmente o que os candidatos pretendem fazer. Temos nossos “achismos” e percepções sobre os candidatos – preconceitos – até porque com esse tom de campanha fica difícil de formar conceitos ou opiniões balanceadas sobre os candidatos.

eleicoes2010 Infelizmente são os  preconceitos que definem as eleições, já que nem um político que se arriscar e realmente propor algo com medo afugentar eleitores. Grande democracia. Povo desinformado é povo feliz.

P.S.

O slogan do comediante Tiririca é “pior que ta, não fica”. Ultima vez que ouvi isso foi em 2000 nos Estados Unidos – just sayin’

Ultimamente tenho feito um esforço para zerar os jogos que tenho e alguns emprestados (valeu Gus). Já que não possuo uma fonte de renda fixa não posso ficar comprando jogos adoidado (tadinho de mim né?). Nos próximos dias vou falar deles, hoje:

Assassin’s Creed 1 e 2:

Assassins-creed-2-ss-3O primeiro jogo da série é exatamente o que você ouviu os outros falarem, é muito bom mecanicamente mas deixa muito a desejar em termos de conteúdo. Escalar pareces e prédios é muito divertido e dá uma noção espacial completamente diferente de outros jogos “tipo GTA” o que permite espaços mais densamente povoados e no geral bem menores já que a personagem é capaz de livremente escalar paredes e sobrepujar outros obstáculos facilmente normalmente sem o medo de ficar preso entre paredes e de outros bugs comuns nesse estilo de jogo. O jogo faz dessa mecânica de locomoção para dar ao jogador perseguições a pé em telhados, objetivos em pontos altos das várias cidades entre outras coisas. Infelizmente parece não haver conteúdo o bastante para manter o jogo então você acaba por repedir os mesmos tipos de missões do começo ao fim o que deixa o jogo monótono e pragmático demais. Felizmente a ultima missão de cada parte da história é sempre divertida terminando com um belo corte na jugular no seu infeliz alvo.

Pular no pescoço de alguem com uma lamina escondida é sempre divertido

O enredo é uma das poucas coisas que motiva o jogador a prosseguir (o enredo e a sede pelo sangue!) isso apesar de uma personagem principal um tanto antipática, mas o que vale é o que se passa no futuro (presente?) já que a história de Altair tem uma conclusão com uma reviravolta que pode ser vista desde seu primeiro encontro com o “mestre” dos assassinos (Spoiler: ELE TEM CARA DE MAL, E IMAGINE SÓ… É DO MAL!). Infelizmente o jogo termina em suspense deixando o resto do enredo de Desmond (a personagem DU FUTURO) para a continuação.

Laminas escondidas e pescoços, Felizmente o segundo jogo da série começa exatamente onde o primeiro parou e vai direto ao ponto, quando você mesmo espera está correndo pelo mundo moderno tentando agir como seu avatar do passado sem muito sucesso e então você volta para a máquina magica de mostrar o passado para ver o nascimento de sua próxima personagem. Depois de um tutorial você é jogado em uma trama de intriga politica e traições começando pela morte de seu pai (que obviamente é um assassino). Embora seja melhor do que o enredo do primeiro ainda não é o ponto mais interessante do jogo, até porque o que realmente vale é o que acontece no presente (futuro?) e ao final do jogo você tem um objetivo mais claro, ou não, um alien (no vaticano) ou algo assim fala que o mundo vai acabar e você tem que fazer algo para impedir que isso aconteça (mais uma vez??). A boa notícia é que o jogo concerta tudo que estava errado com o primeiro, e até algumas coisas que você nem sabia que estavam ruins. Tudo desde as missões repetitivas, que sumiram, até o sistema de locomoção a lá parkour está aperfeiçoado o que torna a jornada até o final – de novo, com aliens no vaticano -  muito mais divertida. Um dos melhores jogos da geração até agora.

Aqui vão alguns videos que você precisa ver.

 

Técnologia é outra coisa
Sobre a BP
‘Sup Bitch!

O título pode ser enganador, mas é tecnicamente verdadeiro. No Brasil não há medida de sucesso ou fracasso de que a “indústria” de games, o que nos leva a questão: De onde vem a noção de que o mercado de games no Brasil vem crescendo?

Eu entendo que o aumento de representação nacional de várias companhias e de uma forma ou de outra, todos os consoles estão oficialmente no Brasil e que isso ao menos indica uma esperança no mercado. O que eu não entendo é por que não temos relatórios de vendas dessas empresas, ou mesmo de uma empresa agregadora a lá NPD? Tanto a imprensa local quanto as mentes brilhantes dos fóruns parecem se contentar com os dados vindo de fora. Vejo muitas notícias sobre preços de consoles caindo, mas nunca há um “follow-up” sobre o impacto dessas medidas, tudo que temos é um “que bom” e pronto. Não há discussão sobre companhias subsidiando os consoles, sobre importadoras reduzindo margens de lucro, nada!

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Como podemos saber o tamanho do rombo que a pirataria faz se não sabemos o tamanho do mercado? Precisamos fazer um esforço para que esses números sejam publicados. Se quisermos ser levados a sério precisamos de argumentos baseados em dados reais sobre o tamanho do nosso mercado, caso contrário podemos ficar eternamente na promessa, sem saber se realmente as medidas tomadas estão fazendo diferença.

Só podemos concluir que os dados existem e não são divulgados e pouco provavelmente não são compartilhados entre as empresas, cada uma apostando ter uma precisão maior que a outra para sair na frente. De qualquer forma fica fácil de enxergar a necessidade de uma associação entre as empresas do setor, a Abragames parece ter abandonado o posto (a ultima atualização do site da organização foi há mais de um ano). Acredito que apenas quando as empresas se juntem para dividirem as experiências de forma aberta, sem isso e sem a divulgação dos resultados das (poucas) melhorias quem vem sendo feitas no mercado nacional não teremos uma consolidação efetiva da indústria de games no Brasil.

A indústria de games está crescendo. Com cerca de 40 anos de existência, finalmente pode ser considerada parte da indústria de entretenimento. Em 2008 estimam-se 11.7 bilhões de dólares de rendimento apenas nos Estados Unidos, representando um crescimento de cerca de 23% se comparado ao ano anterior. Enquanto isso a indústria fonográfica rendeu 10.4 bilhões no mesmo ano, uma queda de quase 30% em relação aos números da ultima década, já a indústria cinematográfica gerou 9.8 bilhões nas bilheterias em um ano récorde.

Esses números mostram que videogame não é mais coisa de criança, muito pelo contrário, a ESA (associação de softwares de entretenimento americana) estima que a idade média dos “gamers” é de 35 anos, sendo que a maioria deles está jogando há 12 anos – não é brinquedo não.

Não é de estranhar que os pesos pesados do mundo do entretenimento queiram uma parte do mercado que, apesar de seu tamanho já considerável, ainda tem muito espaço para crescer e amadurecer. Empresas como Disney, Warner, Viacom ) e NBC Universal têm aumentado seus investimentos no setor, gastando cerca de 3 bilhões de dólares nos últimos 5 anos. Essas companhias possuem entre seus ativos propriedades intelectuais conhecidas e valiosas. A Warner pode contar com Harry Potter, Senhor dos Anéis e todo o acervo da DC Comics; a Disney  dona de Mikey Mouse, Pixar e, com a compra da Marvel Enterteinment, passa a ter um catálogo ainda maior para explorar. Não podemos desconsiderar Viacom e NBC Universal, que possuem Dreamworks, Nickelodeon, MTV e os estudios Paramount, entre outras.

Essas propriedades já vêm sendo exploradas no meio do entretenimento eletrônico, sempre houve jogos que baseados em filmes ou seriados, porém esses acordos eram feitos através de licenciamentos para as empresas do ramo de videogames. O que temos agora é um novo arranjo onde essas empresas estão adquirindo estúdios para desenvolvimento de jogos próprios com a promessa de maior qualidade e receitas diretas. A Viacom utilizou sua marca MTV para criar a MTV games, selo que é usado nos jogos da série Rock Band (que recentemente lançou o jogo The Beatles: Rock Band). Já a Disney criou o Disney Interactive Media Group e está investindo tanto nas suas marcas estabelecidas quanto em produções novas feitas especificamente para o público gamer. A Warner também adquiriu estúdios de desenvolvimento da antiga companhia Midway (Mortal Kombat e Cruis’N USA) e também busca um equilibrio entre as propriedades de cinema e as marcas conhecidas pelos gamers.

Diferente de empreitadas passadas desses gigantes do entretenimento na área, que procuravam um nicho para seus produtos dentro do mercado dos games e através de parcerias, hoje a estratégia parece ser mais orgânica.. Integrar-se ao mercado com jogos que agradem ao público existente ao mesmo tempo em que fazem experimentos para conduzir a próxima geração de gamers. Teremos que esperar para ver se isso será uma grande ameaça para as distribuidoras tradicionais que dominam o mercado, mas uma coisa é certa: esses titans do entretenimento vieram para ficar.

Como é de costume Pablo “O Meninão” Miyazawa agregou as opiniões da imprensa de games brasileira e gerou o que eu considero a melhor lista de jogos do ano do Brasil (BRASIL-ZIL-ZIL) por reunir opiniões de diversas publicações e mídeas e pelos sistema de votos e porcentagem que nunca falha em confundir os leitores (o que leva a ótimos comentários nos posts). Então vá para o Gamer.Br e dê uma olhada!

Na semana passada tivemos o feirado aqui em São Paulo, e nos dias que eu tive livre gravei alguns podcasts, bem na verdade um podcast e uma “slash-track”. O podast foi o GameNews do blog da Digerati e a slash-track foi para o filme Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio que teve já foi considerado pela crítica “melhor que o audio original” então vá lá e ouça! E só para passar o tempo eis fotos do verdadeiro Gordon Freeman que agora está protegendo o mundo no LHC!

Em um post recente no MTV’s Multiplayer Blog, Stiven Tottilo disse que Rock Band deveria ser considerado para o prêmio de melhor RPG do ano pela incrível capacidade de fazer o jogador se sentir um verdadeiro rockstar. Isso, porém não veio de graça, alias, custou bastante dinheiro para mim, pois para ter a verdadeira experiência de ser uma estrela do rock precisa-se dos “instrumentos” do jogo. Esses controles começaram nos árcades do Japão (onde os elevadores andam cheios de japoneses) mais ou menos na mesma época que surgiram os jogos de dança e não foi até a Harmonix lançar seu Guitar Hero que eles começaram a fazer sucesso no mundo ocidental, antes eram coisa de colecionadores e otakus. Com os novos instrumentos de Rock Band 2 e os de Guitar Hero: World Tour teremos muitas opções para controles em forma de instrumentos musicais, se levarmos em conta os feitos por terceiros i.e. madcatz e companhia.  

Fato é que Guitar Hero foi o primeiro jogo que realmente fez pegar os controles em formato de instrumento e até agora não tivemos nem uma edição dele sair sem que haja uma nova e melhorada “guitarra” com ele (tudo bem que no PS2 a guitarra do 1 e do 2 é a mesma, mas teve uma nova para o 2 de Xbox 360). Quando Rock Band surgiu com seus instrumentos tivemos um problema de compatibilidade já que o controle em forma de Fender Stratocaster não era compatível com nem um dos jogos da série Guitar Hero o que gerou uma certa segregação do mercado, pessoas efetivamente escolheram entre um ou outro como o jogo a se jogar. Agora com a nova geração das fraquias Guitar Hero e Rock Band os problemas de compátibilidade parecem ter se resolvido já que os instrumentos de Guitar Hero: World Tour são compatíveis com o Rock Band 2 e vice-versa. O site Joystiq fez o favor de complilar esses dados para facilitar o entendimento. De qualquer forma um dos maiores maiores medos que eu tinha foi resolvido, a quantidade de pseudo-instrumentos em sua casa agora depende basicamente de você e não mais dos jogos que você quer jogar.

Tendo comprado o kit completo de Rock Band 1 e o jogo do Rock Band 2 percebi que eles realmente ocupam bastante espaço e a pior coisa é q eles não são particularmente duráveis. Minha bateria já está começando a pedir chega, tive que fazer um sock-mod para segurar um dos “tambores”, o que é ruim porque o ela tem menos de um ano, a unica parte boa é que agora eu tenho um motivo para comprar a bateria do Rock Band 2 que tem slots para pratos que o que é bem legal. De qualquer forma essa é uma brincadeira que sai cara e por isso eu não posso recomendar para todos. Jogar com o controle não é mais aceitável hoje em dia.

Quem acompanha o mundo dos games sabe que é no final do ano que saem a vasta maioria dos jogos chamados “high profile” ou dizendo de outra maneira os grandes jogos do ano (é claro que nos últimos tempos tivemos algumas exceções como GTA:IV, mas no geral é assim que funciona). A parte boa disso é que temos muitos jogos bons para jogar. A parte ruim é que nem sempre há dinheiro o suficiente para comprar todos esses jogos (especialmente se você, como eu, só compro produtos originais). Na ultima semana consegui jogar as demos de alguns dos jogos que me interessaram e vou falar um pouco deles agora.

Banjo-Kazooie: Nuts and Bolts Enquanto os jogos anteriores da série (seguindo o modelo que se tornou famoso para jogos de plataforma em 3D) se focavam em ganhar habilidades novas para os protagonistas este jogo procura mudar as convenções ao acrescentar veículos totalmente personalizáveis e tirar a parte de colecionar habilidades bizarras dos personagens. Ao fazer isso a Rare mudou drasticamente a maneira como funciona o jogo, quando antes havia apenas uma solução para um desafio de uma fase, agora o jogador pode usar de toda sua criatividade para resolver os problemas propostos pelo jogo.

A demo da uma boa idéia de como funciona a confecção de veículos e como são estruturados os desafios nas fases. É quase como se cada fosse uma versão menor de GTA há uma grande espaço no qual você tem liberdade completa para se locomover com qualquer veículo que você tenha construído ou adquirida ao longo do jogo (além de poder trocar ou montar um novo a qualquer hora durante o jogo). Diverti-me bastante com o modo de criação de veículo e usando-os na pista de testes e nas fases. O fato é, os controles dos veículos podem não ser tão precisos quanto outros jogos, mas essa demo me deixou com uma ótima impressão e o jogo se confirmou na minha lista de compras.

Mirror’s Edge Estou acompanhando esse jogo de perto desde que ele foi anunciado, ele é essencialmente um jogo de aventura/plataforma em primeira pessoa, onde o foco é se mover rapidamente pelas fases. O que mais chama atenção é a direção de arte, jogo possui principalmente cores primárias e secundárias e muito branco. A fase da demo é basicamente branca com detalhes em azul e alguns laranjas (fora o vermelho que indica um possível caminho a ser percorrido). A sensação é de um mundo super limpo, como se todo na cidade fosse um produto da Apple (uma iCity, se permitem) e isso nos tempos de jogos com visual sujo e destruído (cinza) é realmente refrescante.

A demo contém duas fases, uma de treinamento (tutorial) e parte da primeira fase. Nelas já da para perceber como é estruturado o jogo. O que diferencia o jogo de outros em primeira pessoa são os controles, aqui você não só anda e pula, alias, você raramente anda, no geral você está correndo -muito rápido- o principal do jogo é como você se movimenta,  correr sem perder fluidez, o que no começo parece bastante difícil depois de algum tempo se torna natural,  em alguns minutos você estará pulando e rolando com maestria. De novo, mais um jogo que eu estava esperando para jogar e ver se meu entusiasmo se justificava ou não e mais uma boa impressão com a demo.

Bom, além dessas joguei outras duas demos, do novo jogo do Naruto para o Xbox 360, Naruto: The Broken Bond e Tomb Raider: Underworld. No caso do jogo do Naruto os gráficos são bons, mas deixam a desejar se comparados com o jogo de PS3, Naruto: Ultimate Ninja Storm, mas a jogabilidade parece ser divertida, especialmente por se tratar de um jogo mais focado em aventura do que luta, o que me agrada mais, afinal jogos de luta de anime são no geral meio chatos. Esse jogo provavelmente comprarei no ano que vem. Tomb Raider: Underworld é uma continuação direta de Legends que tinha uma história surpreendentemente boa e uma jogabilidade muito divertido, joguei pouco a demo, mas deu para lembrar o porque que gostei tanto de Legends, mas ainda não sei se pegarei esse jogo, afinal também temos o novo Prince of Persia.

Fato é que esse é uma época cara, são muitos os jogos e pouco o dinheiro, além dos jogo acima também quero comprar Fable 2, Burnout Paradise (que ainda não tenho), Ninja Gaiden 2 (porque eu gosto muito da série) e Gears of War 2. Viver no Brasil é difícil, pois os jogo são caros, mas ainda assim eu prefiro comprar original, porque assim dou ao jogo um valor maior e não vou comprar nada que realmente não queira.

@Batalha

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